Na última edição do Segundas de Valor, em comemoração ao Dia das Mães, vivenciamos um momento profundamente emocionante, libertador e acolhedor. Foi uma tarde marcada pela escuta, pelo afeto e por uma partilha genuína entre mulheres que abriram seus corações para falar sobre um dos vínculos mais poderosos e transformadores da vida: a maternidade.
Entre lágrimas, sorrisos e gargalhadas, mães compartilharam histórias reais e comoventes. Depoimentos que falaram das dores, dos medos e das incertezas que tantas vezes acompanham o início dessa jornada. Histórias de noites mal dormidas, de culpas silenciosas, de batalhas solitárias, mas também de superações, de descobertas e de um amor que, como muitas disseram, “transcende qualquer explicação”.
Foi um espaço onde a vulnerabilidade não foi fraqueza, mas força. Onde ser mãe não foi romantizado, mas honrado em sua complexidade.

Mas este encontro não foi apenas sobre as que já são mães. Também foi, sobre aquelas que ainda não são, seja por escolha, por tempo ou por circunstâncias. Para elas, a roda foi um convite ao acolhimento e à reflexão.
Ouvir experiências reais, com todos os seus altos e baixos, foi uma oportunidade única de compreender a maternidade sem filtros, não como um destino obrigatório, mas como uma possibilidade entre tantas outras. Afinal, toda mulher tem o direito de decidir se quer ou não ser mãe e tudo bem com isso. A maternidade não define o valor de uma mulher. O que nos une é o respeito às escolhas, a empatia pelos caminhos diferentes e a certeza de que não há forma certa ou errada de viver a vida, desde que ela seja vivida com autenticidade.
Essa edição do Segundas de Valor foi mais do que uma homenagem ao Dia das Mães, foi um espaço de cura, de escuta, de acolhimento e de liberdade. Um lembrete de que, quando mulheres se reúnem com o coração aberto, algo verdadeiramente transformador acontece.
Agradecemos de coração a cada mulher que compartilhou sua história, sua verdade e sua luz.