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O mercado de seguros brasileiro está em plena transformação. A expansão do setor não se resume mais ao aumento de apólices ou à conquista de novos clientes. 

Ela passa, sobretudo, por inovação, inclusão e pela capacidade de atender realidades diversas.

Em entrevista à Revista Insurtalks, Diego Britto, gerente comercial da Split Risk, destacou que o futuro do mercado está em “expandir sem substituir”. 

Na prática, isso significa abrir espaço para novas soluções, tecnologias e formatos de operação que coexistam com os modelos tradicionais, sem excluir quem já faz parte do setor.

Segundo o executivo, os dados do setor mostram que mais de 70% da frota brasileira ainda roda sem seguro.

Uma evidência clara de que o mercado precisa encontrar novas formas de acesso e produtos mais adequados às necessidades regionais.

Dados do setor mostram que mais de 70% da frota brasileira ainda roda sem seguro. (Foto: Bilanol/reprodução)

Para isso, a Split Risk aposta em estratégias que aproximam o seguro da realidade de cada cliente. O foco está em desenvolver modelos flexíveis e personalizados, considerando as especificidades de cada território e o perfil dos diferentes públicos.

Nesse contexto, representantes e corretores de seguros ganham papel fundamental ao conectar soluções a públicos que, historicamente, ficaram à margem do setor. 

Mais do que intermediar negócios, eles atuam como agentes de educação, traduzindo a linguagem técnica do mercado para a realidade de cada cliente e fortalecendo a relação entre o seguro e a comunidade.

A expansão do mercado de seguros vai além do aspecto comercial trata-se também de um movimento de inclusão social e de fortalecimento econômico, que amplia o acesso à proteção e impulsiona o desenvolvimento do setor.

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